Como cristão reformado, condeno veementemente tal atitude, pelas razões a seguir elencadas:
1) As Sagradas Escrituras devem ser utilizadas de forma a ensinar, corrigir, repreender e educar na justiça (2Tm 3:16).
2) Somente a Palavra de Deus é a Verdade Absoluta, sendo isenta de erros humanos de qualquer espécie (idem).
3) É somente pela pregação da Palavra de Deus que o homem pode ter conhecimento do seu estado pecaminoso, encontrando somente em Jesus Cristo a salvação (Rm 10:13-17).
4) Qualquer outra religião, crença, credo, ideologia não perdoa os pecados do ser humano, não consegue resolver a problemática da conciliação entre a Justiça de Deus e a condenação eterna pelo pecado. Portanto, são todas enganosas. Isso tem que ser claro. Não podemos ser tolerantes com o engano.
5) Isso não deve ser usado como desculpa para atitudes emotivas e impensadas, pelas quais o Evangelho é envergonhado. Muito pelo contrário, devemos utilizar a razão, o intelecto, ou seja, é através da argumentação que se convence aqueles que professam crer em qualquer outra coisa, inclusive aqueles que não crêem em nada, de que Cristo é o Salvador (2Co 10:4,5; At 17:2 e At 18:28).
Diante de tudo isso, deixo claro meu repúdio ao ato inconsequente que está sendo avaliado por esse "pastor".
Por fim, aproveito também para manifestar meu repúdio a todo tipo de manifestação de "cunho espiritual dos evangélicos", tais como andar como leão dizendo que foi vontade de Deus, falsas profecias, usar o evangelho para obter bens materiais, etc, que distorcem toda a Palavra de Deus.


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